segunda-feira, 18 de maio de 2015

Conheces este animal? - Salamandra de costelas salientes (Pleurodeles waltl)


Características, alimentação, reprodução e distribuição da Salamandra de costelas salientes  (Pleurodeles waltl).
Foto de Pengo

Nome: Salamandra de costelas salientes  (Pleurodeles waltl)


Características: A salamandra de costelas salientes é o maior anfíbio com cauda da Península Ibérica. A cabeça é larga, arredondada e detentora de olhos pequenos e salientes na zona dorsal. O tronco é achatado e possui entre 8 a 10 protuberâncias dorsais características de cada lado, entre as quais os extremos das costelas se projetam para o exterior. Este animal tem nos membros posteriores 5 dedos e nos membros anteriores tem 4. No que respeita à coloração, na região dorsal é acastanhada com tons amarelados, esverdeados ou avermelhados, enquanto que na zona ventral é acinzentada ou acastanhada com ou sem manchas escuras. Os machos possuem uma cauda relativamente mais comprida do que a fêmea e os membros posteriores são mais robustos e mais compridos.


Alimentação: Esta espécie animal alimenta-se principalmente de larvas de insetos aquáticos, crustáceos e de outros invertebrados aquáticos. Na escassez deste tipo de alimentação, ainda se pode alimentar de restos vegetais e de pequenos peixes.


Reprodução: A época de reprodução para esta espécie animal inicia-se no outono, com a parada nupcial. Após a fecundação o macho solta a fêmea e passados alguns dias a fêmea começa a depositar os ovos em rochas, plantas ou no fundo do charco. Passado uma a duas semanas dá-se a eclosão e inicia-se a fase larvar. Esta pode durar entre 3 a 4 meses, dependendo da temperatura externa. 

Características, alimentação, reprodução e distribuição da Salamandra de costelas salientes  (Pleurodeles waltl).
Foto de Olaf Leillinger

Distribuição: Este anfíbio é um habitante da Península Ibérica e do Norte de África. Relativamente a Portugal é possível observar-se em toda a região, principalmente em lagos e charcos de pouca corrente. 

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Experiências divertidas - como fazer um iceberg


Sabes o que é um iceberg? Já deves ter ouvido certamente falar e visto imagens destas grandes massas de gelo que boiam no mar e que têm apenas a ponta visível. Existe até a expressão “ponta do iceberg” para expressar algo que se vê ou se sabe, mas que apenas representa uma pequena parte. Nesta experiência divertida podes criar um pequeno iceberg em tua casa e perceber melhor o porquê de flutuar e apenas ter uma pequena parte visível. 

experiências divertidas - como criar um iceberg
Foto de Ansgar Walk

Para conheceres mais experiências divertidas, clica AQUI.


Como fazer um iceberg em casa


Material necessário:

- recipiente grande de vidro transparente ou uma garrafa de água cortada ao meio;
- um copo descartável de plástico;
- corante alimentar;
- água.


Como proceder:

1 – Começa por encher o copo descartável com água e leva ao congelador. Se quiseres que o teu iceberg fique colorido, basta adicionar 2 a 3 gotas de corante alimentar na água. Aguarda até que a água dentro do copo fique congelada. Isto pode demorar algumas horas, por isso, podes fazer este passo logo de manhã, para realizares esta experiência divertida à tarde, ou antes de ires dormir, para a fazeres no dia seguinte.
2 – Depois de se ter transformado em gelo, tira o copo do congelador e aperta no fundo. O gelo irá sair e depois é só colocares na água da garrafa cortada ao meio ou do recipiente de vidro. Observa.


O que está a acontecer?

Nesta experiência divertida podes verificar duas coisas: o gelo não afunda, ficando a flutuar na água e apenas uma pequena parte fica visível sobre a água. Porque é que isto acontece? A água, ao passar do estado líquido para o estado sólido, aumenta de volume. A sua massa (peso) mantém-se, mas o espaço ocupado aumenta. Por essa razão, o gelo é menos denso que a água líquida, ficando por isso a flutuar em vez de afundar.

experiências divertidas - como criar um iceberg
Imagem criada por Uwe Kils

Mas como as densidades do gelo e da água líquida são mesmo assim muito idênticas, o gelo não fica acima da superfície da água. Apenas a ponta. Na água do mar o fenómeno é igual. 

Descobre mais experiências divertidas AQUI.

sábado, 25 de abril de 2015

Flora das Berlengas


As Berlengas são um arquipélago de pequenas ilhas, situado no Oceano Atlântico, a poucos quilómetros da costa. A 5,7 milhas a oeste do cabo Carvoeiro, em Peniche, é possível ver a maior ilha a partir de terra, em dias de boa visibilidade. Rodeadas por águas de rica fauna marítima, estas pequenas ilhas possuem ainda uma flora específica, com várias espécies endémicas, que apenas existem nestes locais. Aqui podes conhecer algumas características da flora das Berlengas, e algumas fotos das fantásticas plantas que habitam este arquipélago.

Flora das Berlengas

Apesar de pequenas, as ilhas do arquipélago das Berlengas escondem vários tesouros naturais. Constituída pela Ilha da Berlenga, a maior (com 800 m de largura e 1500 m de comprimento), e ainda pelas Forcadas, Estelas e Farilhões, este arquipélago oferece uma flora bastante interessante. 

Na flor das Berlengas existem praticamente apenas espécies de porte herbáceo e arbustivo, ou seja, é raro encontrar alguma planta com um porte médio ou grande, como uma típica árvore. Isto acontece devido aos ventos fortes, carregados de salitre, e ainda, ao solo fraco e em pouca quantidade.

Entre as mais de 100 espécies conhecidas existentes na flora das Berlengas, encontram-se algumas plantas endémicas: Armeria berlengensis, Pulicaria microcephala e Herniaria berlengiana. Pelo facto de estarem isoladas e devido às características únicas do seu solo, estas plantas evoluíram, tornando-se assim diferentes das espécies originais existentes no continente.

Entre as várias plantas da flora das Berlengas, destacam-se ainda a espécie endémica do litoral de Portugal e da Galiza, Angelica pachycarpa, e as espécies endémicas do litoral da Península Ibérica, como a Echium rosulatum e a Scrophularia sublyrata.

Observa de seguida várias fotos da flora das Berlengas, com alguns exemplos lindíssimos das plantas existentes neste pequeno arquipélago ao largo da costa portuguesa.

Fotos de plantas da flora das Berlengas

flora das Berlengas
Angelica pachycarpa - foto de devra

flora das Berlengas
Armeria berlengensis - foto de 77bcr77

flora das berlengas
Echium rosulatum

flora das berlengas
Retirado da internet

flora das Berlengas
Pulicaria microcephala - foto de Carlos Palma
flora das berlengas
Scrophularia sublyrata


quinta-feira, 16 de abril de 2015

O que é e qual a composição da urina


O sistema excretor do organismo humano tem a função de eliminar os resíduos tóxicos produzidos pelo corpo. Sendo prejudiciais ao organismo, estas substâncias têm de ser excretadas, sendo essa função realizada pelos pulmões, sistema urinário e pele. Neste artigo podes saber mais sobre a excreção do sistema urinário – o que é e qual a composição da urina.

Para saber mais sobre o sistema excretor, clica AQUI.


O que é a urina

A urina é um líquido transparente de cor amarelada, e que resulta da filtração do sangue por parte dos rins. A partir da água e das substâncias tóxicas resultantes do metabolismo humano ou em excesso retiradas do sangue, é formada a urina. Este processo ocorre nos rins, sendo a urina depois armazenada na bexiga. Quando esta atinge uma determinada quantidade, a urina é excretada para o exterior através da uretra.

o que é e qual a composição da urina

Sabe mais sobre o sistema urinário AQUI.

A urina tem uma função essencial no corpo humano, pois além de ser através dela que o organismo excreta e elimina a maior parte das toxinas naturalmente produzidas pelo corpo, regula os líquidos e o equilíbrio entre bases e ácidos. Normalmente a quantidade de urina produzida por um adulto anda é de 1 a 1,5 litros. No entanto, esta quantidade pode variar de acordo com a quantidade de líquidos ingerida diariamente. De seguida podes aprender sobre a composição química da urina.


Composição da urina

A composição da urina é essencialmente água, correspondendo a 95% de todo o líquido. Os restantes 5% dizem respeito às toxinas e substâncias em excesso que são excretadas. A ureia corresponde a 2%, sendo os outros 3% divididos por substâncias como ácido úrico, amónia, creatina e minerais, entre os quais sódio, potássio, cálcio, fosfato, sulfato e magnésio. Esta é a composição da urina em indivíduos saudáveis. Em determinadas alturas, devido a problemas de saúde, a urina pode ainda conter outras substâncias.

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