quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Doenças do sistema circulatório


As doenças do sistema circulatório, também denominadas por doenças cardiovasculares por incluírem aquelas que afetam o coração (cárdio) e os vasos sanguíneos (vasculares), são a principal causa de morte nos países ditos desenvolvidos. De seguida podes conhecer quais as principais doenças do sistema circulatório.

coração

Para saberes como prevenir as doenças do sistema circulatório, consulta o nosso artigo "Cuidados a ter com o Sistema Circulatório".


Doenças do sistema circulatório


  • Enfarte do miocárdio


Esta doença tem origem na interrupção súbita ou na redução considerável de fluxo sanguíneo para o músculo do coração, o miocárdio. Geralmente, esta interrupção ou redução deve-se à acumulação de colesterol ou outras substâncias, bloqueando a artéria que leva o sangue ao miocárdio. Dessa forma, ao deixar de receber o oxigénio necessário, as células do miocárdio começam a degradar-se muito rapidamente, levando à ocorrência do enfarte do miocárdio. 


  • AVC (Acidente Vascular Cerebral)


Tal como no enfarte do miocárdio, devido à interrupção brusca ou redução acentuada de fluxo sanguíneo das células do cérebro ocorre a sua destruição, provocando danos no funcionamento cerebral. As causas dos AVC são por isso o bloqueio de artérias com colesterol ou outras substâncias, mas também, o rompimento de um vaso.


  • Anemia


A anemia surge devido a carências nutricionais, essencialmente de ferro, nutriente responsável pela produção de glóbulos vermelhos. Estas têm a função d levar oxigénio às células.  Ao ocorrer a redução da quantidade de glóbulos vermelhos (ou hemácias), o sangue perde capacidade de oxigenação, levando a um estado de anemia e fraqueza.


  • Leucemia


A leucemia consiste na produção elevada de leucócitos (glóbulos brancos) anormais, o que dificulta o desempenho da primeira linha de defesa do sistema imunitário. A leucemia é assim um tipo de cancro do sangue.


  • Aterosclerose


A aterosclerose é uma doença do sistema circulatório que consiste na perda de elasticidade ou espessamento das paredes das artérias devido à acumulação de colesterol ou outras substâncias.


  • Hipercolesterolemia


Esta doença caracteriza-se pelos níveis elevados de colesterol no sangue, o que leva à sua acumulação nas paredes das artérias, provocando o seu estreitamento, e por consequência, pressão arterial elevada e em último caso, situações de AVC e enfartes.


  • Hipertensão arterial


A hipertensão arterial é uma das mais comuns doenças do sistema circulatório, consistindo na elevação da pressão arterial. Este aumento pode levar ao desenvolvimento de arteriosclerose, provocando assim o estreitamento de pequenas artérias e arteríolas. Além disso, a hipertensão arterial pode também levar ao agravamento da aterosclerose. Outra consequência desta doença é o facto de obrigar o coração, mais propriamente o ventrículo esquerdo, a um trabalho mais intenso, por ter de fazer mais força para conseguir bombear o sangue.

  • Varizes


As veias, vasos responsáveis por levar o sangue de volta ao coração, por vezes perdem a sua elasticidade, resultando na sua dilatação. Esta provoca por sua vez o afastamento das válvulas que têm como função impedir o retorno do sangue, dificultando o seu trabalho. Por essa razão, o sangue acaba por se acumular nessas áreas, formando as chamadas varizes.


Para saberes como prevenir as doenças do sistema circulatório, consulta o nosso artigo "Cuidados a ter com o Sistema Circulatório".

sábado, 21 de fevereiro de 2015

Dicas para produzir menos lixo em casa


Já imaginaste o que é um dia inteiro sem produzir qualquer lixo? Parece difícil, não é? E que tal dois anos inteiros? "Impossível", provavelmente será a tua reação. No entanto, Lauren Singer, uma jovem nova-iorquina, conseguiu essa proeza. 

A tirar a sua graduação em Estudos Ambientais, Lauren sempre teve uma consciência ecológica, que a levava a ter comportamentos mais responsáveis e a tentar incutir isso nas pessoas à sua volta. Contudo, a dada altura da sua vida, ela olhou para o próprio lixo que produzia e sentiu que podia fazer bem melhor.

Com algumas mudanças de hábitos, Lauren conseguiu reduzir o lixo produzido em casa a zero, contribuindo para um planeta muito mais sustentável. Aos poucos, Lauren foi adotando recipientes próprios e sacos reutilizáveis, começou a comprar a granel de produtores da zona, criando até os seus próprios produtos de limpeza e higiene. 


Mesmo que não reduzas totalmente o lixo que fazes em casa, há algumas dicas simples que te ajudarão a produzir muito menos resíduos, e assim, a diminuir o impacto ambiental sobre o nosso planeta. Descobre de seguida várias dicas para produzir menos lixo em casa.


Dicas para produzir menos lixo em casa

- Começa a comprar frutas e verduras a produtores da tua zona.

- Diminui a utilização de sacos de plásticos, preferindo sacos mais resistentes, que possas usar várias vezes.

- Quando comprares produtos embalados, prefere as embalagens maiores, que levam mais quantidade.

- Sempre que possível, prefira comprar a granel, já que as embalagens são das maiores responsáveis pelo lixo que fazes em casa.

- Sempre que sobrar alguma comida, procura receitas que te permitam utilizar esses restos. Além de reduzires o lixo, poupas ainda o dinheiro.

- Existem muitos objetos e materiais que podem ser reutilizados, dando-lhes uma nova função. Esta é uma das melhores dicas para produzir menos lixo em casa, poupando dinheiro no processo.

- Sabias que há muitas receitas caseiras, simples e bem eficazes, para fazeres produtos de limpeza em casa?

- Se necessitas de algo por tempo limitado, que tal alugar ou pedir emprestado em vez de comprar?

- O mercado de roupas usadas é outra forma de contribuir para um planeta mais sustentável. Além disso, a troca de roupas de crianças é uma excelente forma de poupar dinheiro e evitar desperdiçar recursos.


Imagem de Marcelo Reis

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Fotos fantásticas das mais antigas árvores do mundo


As árvores são os organismos com maior longevidade no nosso planeta. Ao contrário dos animais, que na maioria dos casos não duram mais que algumas poucas dezenas de anos, algumas espécies de árvores podem durar mais de 2000 anos. A fotógrafa Beth Moon passou os últimos 14 anos a fotografar algumas das mais fantásticas e antigas árvores do planeta, tendo publicado esse trabalho no livro "Árvores Antigas: Retratos do Tempo".

Em baixo poderás ver alguns exemplos das fotos do livro, com imagens lindíssimas e fantásticas das mais antigas árvores do mundo.

bethmoon.com

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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Conheces este animal? - Savelha (Alosa fallax)


características, alimentação, reprodução e distribuição da Savelha (Alosa fallax)


Nome: Savelha (Alosa fallax)


Características: A savelha é um peixe que tem o corpo comprimido lateralmente, alto e coberto de escamas arredondadas. Geralmente não ultrapassa os 40 cm de comprimento. Nesta espécie as fêmeas são maiores do que os machos. Tem uma cabeça curta e achatada lateralmente com um focinho aguçado e curvo. Este peixe tem a particularidade de ter a barbatana dorsal mais comprida do que alta e está implantada quase no meio da linha dorsal. Apresenta uma cor prateada no ventre e nos flancos, no dorso é azul esverdeado ou acastanhado.


Alimentação: Em relação à alimentação, durante o período de migração para as zonas de postura nos rios, a savelha não se alimenta, mas quando permanece no estuário, ela alimenta-se de pequenos peixes e crustáceos. Quando está no mar, consome essencialmente outros peixes.

características, alimentação, reprodução e distribuição da Savelha (Alosa fallax)
Foto de Hans Hillewaert

Reprodução: A savelha é influenciada por fatores como a temperatura das águas e o caudal dos cursos de água, na sua migração para a reprodução. Geralmente, os adultos agrupam-se no mar, junto à foz dos rios, em abril e depois migram para os estuários, em sintonia com a maré e com os cursos de água. A desova ocorre durante os meses de maio e junho. Após a desova a maioria dos adultos regressa ao mar e os recém-nascidos permanecem nos estuários durante aproximadamente um ano, ao fim do qual migram para o mar, iniciando um novo ciclo.


Distribuição: Esta espécie de peixe pode ser encontrada, em maior abundância, no Atlântico Nordeste. Em Portugal, ainda pode ser encontrado nos rios Minho, Lima, Cávado, Mondego, Tejo, Sado, Mira e Guadiana, no entanto já não existem com tanta abundância como noutros tempos passados.



Queres conhecer melhor outros animais? Visita então o nosso Cantinho dos Animais.

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