segunda-feira, 28 de Julho de 2014

Conheces este animal? - Salamandra lusitânica (Chioglossa lusitanica)


Características, alimentação, reprodução e distribuição da Salamandra lusitânica (Chioglossa lusitanica).
Foto de Drow_male

Nome: Salamandra lusitânica (Chioglossa lusitanica)


Características: A salamandra lusitânica é um animal de pequenas dimensões, entre 12 a 15 cm, com um corpo alongado e uma cauda bastante longa que corresponde aproximadamente a 2/3 da totalidade do seu comprimento. Numa das extremidades do seu corpo ostenta a cabeça pequena e achatada mas com um par de olhos grandes, proeminentes e em posição lateral. Os membros anteriores terminam com 4 dedos e os posteriores com 5 dedos, ambos curtos e delgados. No que respeita à coloração, esta espécie possui no dorso duas barras de um vermelho dourado, que se prolongam até à cauda e terminam com uma única barra da mesma cor. Apresenta um fundo de cor negra e o ventre de coloração cinzenta com pequenos pontos brancos. A salamandra lusitânica tem a particularidade de poder fazer autotomia de cauda, ou seja é um dos poucos anfíbios em Portugal que tem a capacidade de se libertar da cauda, quando se sente ameaçada por um predador.


Alimentação: No que respeita à alimentação, a dieta deste animal é constituída à base de insetos, aracnídeos, crustáceos e alguns moluscos de pequenas dimensões. 

Características, alimentação, reprodução e distribuição da Salamandra lusitânica (Chioglossa lusitanica).
Foto de Drow_male

Reprodução: A época de reprodução da salamandra lusitânica ocorre normalmente entre os meses de maio e novembro e inicia-se com uma parada nupcial bastante complexa. Cada fêmea deposita entre 15 a 20 ovos em cavidades pequenas nas margens dos ribeiros ou em minas de águas pouco profundas. A eclosão ocorre passadas 6 a 9 semanas. Após a eclosão, as larvas sofrem várias metamorfoses que podem durar 1 a 2 anos, até atingirem o estado adulto.


Distribuição: A salamandra lusitânica é uma espécie nativa da Península ibérica, no entanto tem uma distribuição restrita às zonas montanhosas do noroeste da península. Em Portugal, esta espécie tem como limites o rio Tejo, a Serra da Estrela, do Buçaco e a serra da Lousã.

quinta-feira, 24 de Julho de 2014

Alcachofra-brava (Cynara humilis)


Também denominada de Alcachofra-de-S. João ou Alcachofra-branca, a Alcachofra-brava (Cynara humilis), da família Asteraceae, é uma planta vivaz que pode atingir até um metro de altura. No entanto, normalmente não atinja esta altura. Apesar de mais rara, uma das fotos abaixo, tirada na zona de Melides, Alentejo, apresenta uma altura próxima de um metro. As restantes fotos, tiradas na serra da Arrábida, já apresentam dimensões mais modestas.

Planta de floresce entre maio e junho, distribui-se essencialmente em regiões mais secas com solos argilosos ou calcários. Pode se encontrada em toda a Península Ibérica, mas também, no noroeste de África. 

Foto tirada na serra da Arrábida


Foto tirada na serra da Arrábida

Foto tirada na serra de Grândola, perto de Melides



quinta-feira, 17 de Julho de 2014

Crescimento de um cão em imagens


O cão é o melhor amigo do homem. Desde que foi domesticado há muitos milhares de anos atrás, o cão passou a ser o "melhor amigo do Homem", sendo tanto um animal de estimação, como um elemento muito útil numa casa ou numa quinta. Hoje em dia o cão continua a ser, juntamente com o gato, o animal de estimação preferido. 

O cão é um animal muito social e leal, que aceita o seu "dono" como chefe da matilha. Por essa razão é um animal tão querido e no qual se deposita tanta confiança. 

Se adoras cães, então em baixo vais poder ver o crescimento de um cão em imagens, desde o momento em que acabou de nascer, até chegar a adulto. Apesar de serem imagens de cães diferentes, percebe-se facilmente a sua evolução destes animais fantásticos.


Foto de ElBosco - cachorros com algumas horas


Foto de yasmapaz & ace_heart - cachorro com alguns dias


Foto de Andre Engels - cachorros com algumas semanas

Visita o nosso Cantinho dos Animais


Foto de Bodlina - cachorro com 7 semanas


Foto de MegaAussies9 - cachorro com 12 semanas



Foto de TSM & Barbara Keller - cão com 1 ano de idade

segunda-feira, 14 de Julho de 2014

Conheces este animal? - Picanço-barreteiro (Lanius senator)


Características, alimentação, reprodução e distribuição do Picanço-barreteiro (Lanius senator)
Foto de chausinho

Nome: Picanço-barreteiro (Lanius senator)


Características: O picanço-barreteiro é uma ave que no estado adulto pode atingir cerca de 18cm de comprimento. A sua penugem é bastante diversificada. A coroa e a nuca apresentam-se numa coloração castanho ruivo, a fronte é de cor negra, a garganta é de cor branca e a face ventral de cor clara. O dorso é de cor negra e as asas apresentam penas brancas e negras. O macho e a fêmea apresentam o mesmo padrão de coloração, no entanto a fêmea é de uma tonalidade mais clara e menos vistosa. 


Alimentação: Em relação à alimentação, esta ave inclui preferencialmente na sua dieta insetos, escaravelhos e gafanhotos. Também pode consumir pequenos invertebrados e pequenos frutos, ainda que com menos frequência.


Reprodução: A reprodução deste animal inicia-se com a migração para as zonas de nidificação. Normalmente, os dois elementos do casal chegam na mesma altura, mas é o macho que seleciona o local de construção do ninho e que inicia a sua construção. A construção demora entre 4 a 6 dias, é feita em árvores ou arbustos e a matéria prima utilizada é essencialmente material vegetal. Cada fêmea põe entre 4 a 6 ovos e o período de incubação prolonga-se por 14 a 16 dias.

Características, alimentação, reprodução e distribuição do Picanço-barreteiro (Lanius senator)
Foto de Rodrigo Saldanha - Picanço-barreteiro juvenil

Distribuição: Esta ave migradora, durante a época de reprodução encontra-se praticamente restrita ao Sudoeste do Paleártico. Na Europa, é facilmente encontrada nos países mediterrâneos. Em Portugal, encontra-se distribuída por todo o país, no entanto é menos frequente no litoral centro e norte, devido ao clima mais húmido, e de forma mais abundante no sul do país e nos locais do interior sul e norte.



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