sábado, 18 de maio de 2013

Escamas dérmicas e epidérmicas

Todos os animais vertebrados estão cobertos com pele. Esse é o seu revestimento primário. Depois, na maioria das classes, a pele é coberta por outro revestimento. Pêlos nos mamíferos, penas nas aves, e escamas nos répteis e nos peixes. Há ainda o caso dos anfíbios, que por utilizarem a pele como superfície respiratória, não está coberta por nada.


No entanto, as escamas nos peixes e nos répteis têm uma diferença substancial: o local onde estão agarrados. No caso dos peixes, as escamas têm origem na derme, e como tal, são denominadas dérmicas. Já o caso dos répteis, as escamas têm origem na epiderme, e como tal, são chamadas de epidérmicas.



Escamas dérmicas

Escamas que têm origem na camada mais profunda da pele e que por isso estão bem fixas ao corpo. São constituídas por tecido ósseo. As escamas dérmicas, dos peixes, acompanham o crescimento do corpo. 





Escamas epidérmicas

Escamas que têm origem na cada mais superficial da pele, e que por essa razão, saem mais facilmente. No caso dos répteis, estes animais, à semelhança dos insetos, o revestimento exterior, neste caso, as escamas, não acompanham o crescimento. Assim, de forma periódica, terá de ocorrer uma muda, em que o réptil larga as escamas, de forma a crescerem novas. Estas escamas são formadas por queratina.








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